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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Citânia Briteiros

Introdução:

Falar da Citânia é na verdade falar de uma verdadeira maravilha.
É um espaço agradável bem tratado, belo, bastante arborizado e misterioso.


Localização:

A Citânia de Briteiros situa-se entre Braga e Guimarães, junto à localidade de Salvador de Briteiros e é em conjunto com a Citânia de Sanfins, em Paços de Ferreira, um verdadeiro ícone da cultura castreja na Península Ibérica.

Caminhos e muralhas:

As mais de 150 habitações da Citânia, defendida por 4 linhas de muralha, organizam-se a partir do cruzamento de duas ruas principais, a partir das quais se desenvolvem outras ruas secundárias.

Casas:

No topo da Acrópole, o ponto mais alto da Citânia, encontram-se duas habitações reconstruídas sob a direcção de Martins Sarmento. Junto às casas reconstruídas encontra-se algumas inscrições rupestres, uma delas era o nome do proprietário de uma das casas (Camalo).


Casas circulares:

Muitas das casas circulares apresentam um aparelho construtivo helicoidal, visível nesta fotografia. A necessidade de espaço terá levado à construção das estruturas tipo "pata de caranguejo", uma espécie de vestíbulo da habitação.

Onde tomavam decisões:


Aqui tomariam decisões importantes. Quando vinha alguém atacar todos se juntavam aqui para discutir o que iam fazer.

Termas:

A parte mais baixa da Citânia de Briteiros eram as termas e os balneários.


Fazer farinha:

Aqui era onde se fazia a farinha. Par fazê-la era preciso ser esperto e ter técnica.


Trabalho elaborado por:

Cátia Sofia nº13, 7º A

Ana Sofia nº4, 7º A

Mariana Alves, nº 24, 7º A

domingo, 12 de junho de 2011

História de vida:

Conheci uma rapariga que tinha problemas com anorexia, ao primeiro não percebi muito bem o que se estava a passar. Ia a casa dela e ela perguntava-me se tinha «fome» se queria comer alguma coisa. Eu se tivesse dizia que sim, se não dizia que não.

Mas mesmo que disse-se que não ou que sim, ela dizia sempre que nunca tinha fome. E eu uma vez disse-lhe que ela estava mais magra e ela começou a resmungar comigo, que todos lhe diziam isso e que parecia que a queriam ver gorda. E gorda era uma coisa que ela não estava.

Depois de termos aquela discussão, falei com a irmã dela ela disse que já tinham ido ao médico e ele disse que ela estava com anorexia.

Passado algum tempo, ela foi ao hospital e o médico falou com ela disse-lhe o problema que tinha, o que devia fazer para ficar melhor ajudou-a no que pode.

Ela tem melhorado, mas ainda não esta totalmente bem, andam todos em cima dela para ela não voltar ao mesmo. Esta numa fase de recuperação, espero que melhor, tudo indica que sim e eu queria mesmo muito ter a minha amiga de volta.

anónimo, 7º B

sábado, 2 de abril de 2011

25 de Abril

Nome: Emília Matos

Idade: 37 anos em Abril de 1974

“Nesse dia, 25 de Abril, todos recuperaram a nossa liberdade. Ouvia muita gente a rir-se muito tranquila. Foi então que me apercebi que nós tínhamos de novo a nossa liberdade. Mas não acreditei, porque Salazar já nos tinha pregado muitas partidas. Eu reclamava com toda a gente a dizer-lhes que elas estavam a cair novamente numa das mais partidas de Salazar.”

Diana Oliveira, nº 6, 7º D

25 de Abril

Nome: José Gonçalves

Idade: 14 de anos em Abril de 1974

Como viveu o 25 de Abril de1974?

R: Não havia liberdade como há agora, não havia alimentação como há agora…

Como eram as aulas no tempo 25 de Abril de 1974?

R: : A primária era normal era das 08:30 ás 13.30,depois íamos trabalhar até à noite. Os deveres fazíamos à noite com luz da vela. No segundo ciclo as aulas eram através da televisão, ao fim de fazer o 6º ano íamos trabalhar sol a sol. Também era uma vida muito feliz, alegre, divertida e calma. E íamos a pé para a escola.

Como soube que era o 25 de Abril de 1974?

R: Ouvi na rádio pela comunicação social que avisaram que era o 25 de Abril.

O que ouvia na estação de rádio?

R: Ouvia músicas e explicaram o que se estava a passar naquele dia.

Mara Gonçalves, nº 15, 7º D

25 de Abril

Nome: Francisco De Freitas

Idade: 44 anos em Abril de 1974

“No dia 24 de Abril de 1974 cheguei a casa vindo do trabalho que prestava na feira de Pevidém e tomei a minha refeição da noite. Deitei-me, passei a noite e no dia 25 de Abril de 1974 levantei-me como de costume, tomei o pequeno-almoço e segui para o trabalho. Quando cheguei ao local de trabalho já estava com outro regime, porém não havia notícias naquela zona. Como era um meio fabril, o povo passava para os trabalhos das fábricas e dizia:

- O que é que se passa?

- Não sei - respondia - estou como vocês. De momento vou ter à beira da escola primária.

Vi uma senhora professora a chorar e eu perguntei-lhe:

- Porque chora? Dói-lhe alguma coisa?

E ela respondeu-me:

-Então você não tem conhecimento foi uma revolução que houve esta noite, o governo já está preso, mas não há noticias da rádio está tudo bloqueado.

Fui ter ao edifício dos correios, ainda estava fechado e eu toquei à campainha da porta e saiu-me a funcionária a afirmar que ouviu uma notícia da rádio a dizer à policia para não se meter na desordem senão haveria um derramamento de sangue.

Por volta do meio-dia já era tudo sabido e por volta das 16 horas da tarde houve uma comunicação pela rádio e televisão do senhor General Spínola que o governo estava derrubado e foi instituída uma junta de salvação Nacional e que ele assumia a Presidência provisória dessa mesma junta. Houve altifalantes pelas estradas a anunciar a festa do derrubamento da Ditadura.

Houve a alegria do povo na cidade de Guimarães foi uma grande festa, no mesmo ano foi logo festejado o 1º de Maio, feriado Nacional. Cantou-se no palco do jardim público de Guimarães a Grândola Vila Morena e cantou-se a canção da Gaivota.”

Maria Catarina 7D

25 de Abril

Nome: Glória Fernandes

Idade: 14 em Abril de 1974

" Na noite do dia 24 de Abril para o 25 a programação da RTP passava uma orquestra e na rádio só passava música clássica. Só no dia 25 de manhã é que o meu pai me avisou para não ir à escola.

No dia 26, quando cheguei à escola, foi uma alegria porque os muros estavam escritos e diziam: " Viva a liberdade " e nós, que estávamos proibidas de estar no recreio com os rapazes, entramos com eles para a escola.

As turmas não eram mistas. Numas só tinha rapazes e em outras raparigas. Só no ano seguinte é que as turmas ficaram mistas. Para mim o 25 de Abril foi isso. "

Catarina nº 2 7º D

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Por obra do Senhor

Por obra do Senhor

A história de vida que vos vou contar é a do meu tio José que teve três acidentes graves, todos eles envolviam carros.

O primeiro acidente grave aconteceu quando tinha apenas seis anos. Estava a regressar da escola para casa e antes de atravessar a estrada olhou para ver se vinha algum veículo, vinha uma mota e ele esperou que ela passasse, no entanto a mota fez um desvio para o lado onde ele estava e "atropelou-o", foi para o hospital e sofreu um traumatismo craniano.

Mais tarde, aos doze anos, quando voltava da igreja com um colega e um irmão de bicicleta, um condutor embriagado fez uma morte, a do seu colega, o meu tio foi "escupido" para um campo e o seu irmão não teve nenhum ferimento porque vinha mais à frente. Neste acidente, o meu tio passou vinte e um dias em estado de coma no hospital, com a cabeça "aberta de um lado a outro".

Passados alguns anos voltou a ter um acidente, ia na sua mota para o trabalho e um carro "meteu-se" à estrada, o meu tio atrapalhou-se e foi para o hospital, porém este acidente, graças a Deus, não foi grave.

Hoje, o meu tio tem 34 anos e é uma pessoa totalmente saudável, sem problemas, dos acidentes apenas lhe restam pequenas cicatrizes. É uma pessoa muito feliz.

Anónimo, 7º B