Introdução:
Falar da Citânia é na verdade falar de uma verdadeira maravilha.
É um espaço agradável bem tratado, belo, bastante arborizado e misterioso.
Localização:
A Citânia de Briteiros situa-se entre Braga e Guimarães, junto à localidade de Salvador de Briteiros e é em conjunto com a Citânia de Sanfins, em Paços de Ferreira, um verdadeiro ícone da cultura castreja na Península Ibérica.
Caminhos e muralhas:
As mais de 150 habitações da Citânia, defendida por 4 linhas de muralha, organizam-se a partir do cruzamento de duas ruas principais, a partir das quais se desenvolvem outras ruas secundárias.
Casas:
No topo da Acrópole, o ponto mais alto da Citânia, encontram-se duas habitações reconstruídas sob a direcção de Martins Sarmento. Junto às casas reconstruídas encontra-se algumas inscrições rupestres, uma delas era o nome do proprietário de uma das casas (Camalo).
Casas circulares:
Muitas das casas circulares apresentam um aparelho construtivo helicoidal, visível nesta fotografia. A necessidade de espaço terá levado à construção das estruturas tipo "pata de caranguejo", uma espécie de vestíbulo da habitação.
Onde tomavam decisões:
Aqui tomariam decisões importantes. Quando vinha alguém atacar todos se juntavam aqui para discutir o que iam fazer.
Termas:
A parte mais baixa da Citânia de Briteiros eram as termas e os balneários.
Fazer farinha:
Aqui era onde se fazia a farinha. Par fazê-la era preciso ser esperto e ter técnica.
Trabalho elaborado por:
Cátia Sofia nº13, 7º A
Ana Sofia nº4, 7º A
Mariana Alves, nº 24, 7º A