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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Por obra do Senhor

Por obra do Senhor

A história de vida que vos vou contar é a do meu tio José que teve três acidentes graves, todos eles envolviam carros.

O primeiro acidente grave aconteceu quando tinha apenas seis anos. Estava a regressar da escola para casa e antes de atravessar a estrada olhou para ver se vinha algum veículo, vinha uma mota e ele esperou que ela passasse, no entanto a mota fez um desvio para o lado onde ele estava e "atropelou-o", foi para o hospital e sofreu um traumatismo craniano.

Mais tarde, aos doze anos, quando voltava da igreja com um colega e um irmão de bicicleta, um condutor embriagado fez uma morte, a do seu colega, o meu tio foi "escupido" para um campo e o seu irmão não teve nenhum ferimento porque vinha mais à frente. Neste acidente, o meu tio passou vinte e um dias em estado de coma no hospital, com a cabeça "aberta de um lado a outro".

Passados alguns anos voltou a ter um acidente, ia na sua mota para o trabalho e um carro "meteu-se" à estrada, o meu tio atrapalhou-se e foi para o hospital, porém este acidente, graças a Deus, não foi grave.

Hoje, o meu tio tem 34 anos e é uma pessoa totalmente saudável, sem problemas, dos acidentes apenas lhe restam pequenas cicatrizes. É uma pessoa muito feliz.

Anónimo, 7º B

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

História de vida ...

Conheço pessoas que têm problemas com o álcool.
É um casal, marido e mulher. O marido quando está embriagado bate na mulher.
Um dia à noite, o marido ainda não tinha chegado, a mulher ficou a dormir no quarto do filho. Quando chegou a casa, o marido, já vinha bêbado e pegou numa vassoura e foi directamente ao quarto do filho. Acordou a mulher e deu-lhe uma tareia, com a vassoura. Ela ficou toda marcada.
A mulher já saiu de casa e foi viver com familiares, mas uma noite fugiu, pois na casa de familiares não podia beber vinho.
A mulher já foi internada várias vezes, mas nada resultou. Acaba sempre por voltar para o marido e às vezes aparece com marcas no corpo, mas como tem medo, diz às vizinhas ou aos médicos que caiu, é assim que fica negra.
Um dia foi ao médico, a enfermeira pediu-lhe para tirar a camisola, aí repararam que havia uma marca de vassoura no braço esquerdo da mulher. A médica perguntou-lhe o que aconteceu e ela não teve hipóteses, teve de dizer a verdade.
Os familiares já ameaçaram o homem, mas não têm coragem de o denunciar à Polícia.
Eu acho que isto assim não vai ter cura, só se alguém tiver coragem de o denunciar, mas não acredito nisso… só assim haveria um final feliz!

Ana Luísa Freitas Macedo, 7º B, nº 6